quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Sim...


SIM, VOCÊ PODE!
Mensagem de Mãe Maria
Recebida por Sheryl Pedersen
em 08 de fevereiro de 2012




Há necessidade de muitos de vocês prestarem mais atenção no que estão pensando a cada dia. Pois muitos dos desafios que vocês actualmente estão enfrentando, na verdade, começam nos seus pensamentos.

Quando vocês pensam: "Sim, eu posso", então vocês criam a energia de ser capaz de fazer aquilo que vocês escolhem fazer.
Vocês criam um tipo de vórtice de energia positiva que os apoia naquilo que vocês estão fazendo.
Vocês abrem a porta para o apoio e a assistência dos reinos espirituais quando vocês accionam essa intenção positiva.

Se vocês encaram uma tarefa pensando: "Não, eu não posso", então exactamente o oposto acontece. Vocês colocam a energia de não ser capaz de fazer no que vocês estão pensando em fazer e a assistência espiritual não vem em sua ajuda porque vocês simplesmente puseram a intenção de que vocês não podem e não farão alguma coisa.

Não se deixem enganar pelo modo como vocês expressam seus pensamentos: "Não posso", "Não vou", "Não sou capaz". Todos imprimem o mesmo tom e intenção de não realizar o que vocês querem.

Nós reconhecemos que para muitos de vocês o que está por trás desses pensamentos negativos é realmente o medo.
Vocês usam "Eu não posso", "Eu não vou", "Eu não sou capaz" como um disfarce para esse medo - mais frequentemente o medo do que pode acontecer se vocês realmente fizerem o que estão pensando em fazer.

Seus medos e seus pensamentos trabalham juntos como um tipo de mecanismo protector para vocês.
É como uma tentativa de se pouparem da possibilidade de dor por nem sequer tentarem.
E eu quero repetir: vocês estão se poupando da possibilidade de dor.

E o que é uma possibilidade? Outro pensamento. É o pensamento que, porque algo aconteceu no passado, pode simplesmente acontecer de novo no futuro se vocês ousarem arriscar e fizerem aquilo que vocês têm medo de fazer.

Tudo volta aos seus pensamentos. Este é o bloqueio para a maioria de vocês, apenas pensamento distorcido, algo que vocês aprenderam a fazer quando crianças: manter um nível de segurança como crianças.
A diferença é que agora vocês são adultos, vivendo numa situação diferente com muito mais habilidades e recursos do que vocês tinham quando crianças.

O risco de a mesma coisa acontecer de novo como aconteceu no passado é tão remoto que não há razão para ter qualquer medo.

É altamente improvável que a mesma coisa venha a acontecer de novo, e se acontecer, vocês estão bem equipados para lidar com a situação - e - agora vocês sabem que têm ajuda abundante dos reinos espirituais.

Então, nós dizemos: é hora de ir em frente e fazer o que vocês vieram para fazer aqui.

Vocês precisam não deixar que o pensamento distorcido os impeça de perseguir qualquer sonho que vocês tenham.

Aquilo pelo que vocês são apaixonados É o trabalho de sua alma que vocês estão sendo chamados para fazer através do sentimento da paixão.

Então, como ultrapassar esse bloqueio do pensamento distorcido? Isto é realmente muito simples, mudem seus pensamentos.

E enquanto pode ser um desafio para alguns mudar seus pensamentos imediatamente, todos vocês PODEM mudar o que vocês falam e o que vocês escrevem.

Vocês podem estar pensando: "Eu não posso fazer isso", mas vocês podem contornar esse mecanismo protector dizendo em voz alta ou escrevendo: "Eu posso fazer isso" - ou, melhor ainda - "Eu estou fazendo isso." Esta simples alteração muda tudo.

No começo pode parecer assustador ou difícil e é aí que nós em espírito entramos. Quando tiverem esse sentimento, apenas adicionem a palavra
"Ajuda" à sua afirmação e a ajuda está a caminho. Vocês podem mudar sua afirmação para: "Eu estou fazendo isto e recebendo ajuda dos meus guias e dos meus anjos.".

Não precisa mais nada, meus amigos. Apenas uma simples alteração naquilo que vocês dizem a si. Experimentem isto quando vocês tiverem medo de fazer alguma coisa e vejam o que acontece. Nós estamos aqui para ajudar e todos vocês têm dons e habilidades para fazer tantas coisas surpreendentes para mudar sua vida e o planeta. É hora de continuar com seu trabalho - sem desculpas.


Abençoados sejam, Maria,
sua Mãe Divina.



Fonte: http://spiritspeaksblog.wordpress.com/
Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com/

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

THE JOY OF BEING: A DANCE IN ETERNITY

— mas a realidade só acontece quando o desejo pára.

QUANDO CESSA A BUSCA
OSHO


Durante muitas vidas eu trabalhei – trabalhei em mim mesmo, lutando, fazendo o que fosse preciso fazer — e nada aconteceu. Agora eu entendo por que nada acontece.
O próprio esforço era a barreira, a própria escada estava impedindo, o próprio impulso de busca era o obstáculo.


Nada é atingido sem a busca — buscar é necessário — mas chega um ponto em que a busca precisa ser abandonada. O barco é necessário para vocês atravessarem o rio, mas chega o momento em que vocês têm de largar o barco, esquecer tudo sobre ele e deixá-lo para trás.
O esforço é necessário, sem esforço nada é possível.
Mas também somente com esforço, nada é possível.

Pouco antes do dia 21 de Março de 1953, sete dias antes, parei de trabalhar em mim mesmo. Chega o momento em que vocês vêem toda a futilidade do esforço.

Vocês fizeram tudo o que podiam fazer e nada aconteceu.
Vocês fizeram tudo o que era humanamente possível.


O que mais podem fazer então?
No mais absoluto desamparo, toda a busca é abandonada.
E no dia em que acabou a procura, no dia em que eu não buscava mais coisa alguma no dia em que eu não esperava que algo acontecesse, começou a acontecer.
Uma nova energia surgiu — do nada.


Ela não provinha de uma fonte.
Ela vinha de lugar nenhum e de todos os lugares.
Ela estava tanto nas árvores como nas pedras, no céu, no sol, no ar — ela estava em tudo.
Eu tinha buscado tão arduamente, pensando que ela estivesse muito distante e estava tão perto! Os olhos estiveram focados no longínquo, no horizonte, e tinham perdido a capacidade de ver o que estava próximo.

No dia em que o esforço cessou, eu também cessei — porque vocês não podem existir sem esforço, não podem existir sem desejos e não podem existir sem empenho.

O fenómeno do ego, do eu, não uma coisa — é um processo.
Não é uma substância sentada lá dentro de vocês; vocês têm de criá-lo a cada momento.
É como pedalar uma bicicleta: se vocês pedalam, ela continua sempre andando;
se vocês não pedalam, ela pára.

Na verdade, ela ainda consegue andar um pouco mais por causa da inércia;
mas no momento em que vocês param de pedalar, a bicicleta começa a parar.
Não há mais energia, não há mais força para ir a lugar algum.
Ela vai cair e entrar em colapso.

O ego existe porque nós continuamos a pedalar nossos desejos, porque continuamos a nos empenhar para conseguir alguma coisa, porque continuamos saltando à frente de nós mesmos.
É exactamente esse o fenómeno do egovocês saltam à sua própria frente, um salto no futuro, um salto no amanhã.
O salto no inexistente cria o ego.
Como resulta do inexistente ele é como uma miragem.
Ele consiste somente em desejos e nada mais.
Ele consiste só em apetite e nada mais.

O ego não está no presente; ele está no futuro.
Se vocês estiverem no futuro, então o ego vai parecer bastante substancial.
Se vocês estão no presente, o ego é uma miragem; ele começa a desaparecer.

No dia em que eu parei de buscar...
...não está correcto dizer que eu parei de buscar; melhor seria falar no dia em que a busca parou.

Deixe-me repetir: a melhor maneira de dizer é “no dia em que a busca parou”.

Porque, se eu a parei, então “eu” estou novamente aqui.
Nesse caso, parar torna-se um esforço meu, torna-se um desejo meu, e o desejo continua a existir de uma maneira muito subtil.

Vocês não conseguem parar o desejo; conseguem apenas compreendê-lo.
É na própria compreensão do desejo que está a parada dele.

Lembrem-se:

ninguém consegue parar de desejar

— mas a realidade só acontece quando o desejo pára.


Portanto, esse é o dilema.
O que fazer?

O desejo está dentro de nós, mas os budas vivem dizendo que o desejo precisa ser parado e, no momento seguinte, dizem que nós não conseguimos parar o desejo.
Então, o que fazer?

As pessoas se vêem diante de um dilema.
Elas estão desejando, com certeza.
Vocês dizem a elas que o desejo tem de ser parado — tudo bem.
E depois vocês lhes dizem que o desejo não pode ser parado.
O que se pode fazer então?
O desejo tem de ser compreendido.

Você pode compreendê-lo, ver simplesmente a sua futilidade.
Uma percepção directa é necessária, uma penetração imediata é necessária.

No dia em que o desejo parou, eu me senti muito desesperançado e desamparado.
Sem esperança porque sem futuro.
Nada a esperar, pois todas as esperanças se provaram fúteis; elas não levam a parte alguma.

Vocês andam a esmo.
Elas continuam lá à sua frente, acenando, criando novas miragens, chamando:
“Venha, corra mais rápido que você vai alcançar”.

Mas, por mais rápido que vocês corram, nunca alcançam.
É como o horizonte que vemos ao redor da Terra.
Ele aparece, mas não está lá.
Vocês vão ao encontro dele, mas ele continua andando à sua frente.
Quanto mais rápido vocês correm, mais rápido ele se afasta.
Quanto mais devagar vocês vão, mais devagar ele se move.

Mas uma coisa é certa — a distância entre vocês e o horizonte continua sendo absolutamente a mesma. Vocês não conseguem reduzir nem sequer um centímetro da distância entre vocês e o horizonte.

Vocês não conseguem reduzir a distância entre vocês e as suas esperanças.
A esperança é o horizonte.


Com a esperança, com um desejo projectado, vocês tentam construir uma ponte entre vocês e o horizonte. Os desejos são pontes — pontes feitas de sonhos, porque o horizonte não existe. Desse modo, vocês são incapazes de construir uma ponte até ele; só conseguem sonhar com a ponte.

É impossível vocês se juntarem ao inexistente.

No dia em que o desejo parou, no dia em que eu o encarei e percebi que ele era só futilidade, fiquei desamparado e desesperançado.
Mas, nesse exacto momento, algo começou a acontecer.
Começou a acontecer algo pelo qual eu vinha trabalhando durante muitas vidas e que ainda não havia acontecido.

Porque na nossa desesperança está a única esperança, porque na nossa ausência de desejo está a nossa única satisfação e por causa do nosso imenso desamparo, de repente, toda a existência começa a nos ajudar.

A existência está esperando.
Enquanto ela vê que vocês estão trabalhando por si mesmos, ela não interfere.
Espera.

Pode esperar indefinidamente, pois não há pressa para a existência.
Ela é a eternidade.

Mas no momento em que vocês não estão por sua própria conta — no momento em que vocês desistem, no momento em que vocês desaparecem — a existência inteira corre ao encontro de vocês, entra em vocês.
E, pela primeira vez, as coisas começam a acontecer.

Durante sete dias, eu vivi num estado bastante desesperançado e desamparado, mas, ao mesmo tempo, alguma coisa estava surgindo. Quando digo “desesperançado”, não quero dizer aquilo que normalmente se entende por essa palavra. Quero simplesmente dizer que não havia esperança em mim. A esperança estava ausente.

Não estou dizendo que eu estava desesperado e triste.
Na verdade, estava feliz; estava muito tranquilo, calmo, controlado e centrado.
Desesperançado, mas num sentido totalmente novo.
Não havia esperança; então, como podia haver desesperança?
Ambas tinham desaparecido.

A desesperança era absoluta e total.
A esperança tinha desaparecido e, com ela, a sua contrapartida, a desesperança, também desaparecera. Era uma experiência totalmente nova — a de estar sem esperança.
Não era um estado negativo.
Eu tenho de usar palavras, mas não era um estado negativo.
Era absolutamente positivo.
Não era apenas uma ausência, eu sentia uma presença.
Algo estava me inundando, jorrando sobre mim.

E quando digo que estava desamparado, não me refiro ao sentido que o dicionário dá a essa palavra. Digo apenas que eu estava sem o meu apoio. É isso o que quero dizer quando falo em desamparo. Eu havia reconhecido o fato de que eu não existia — não podia então depender de mim mesmo, não podia me pôr de pé no meu próprio solo. Não havia solo sob meus pés; eu estava sobre um abismo, um abismo sem fundo.

Mas não havia medo porque não havia nada para ser protegido.
Não existia medo porque não havia ninguém para ter medo.

Esses sete dias foram de imensa transformação, de total transformação.
E, no último dia, a presença de uma energia totalmente nova, uma nova luz e um novo deleite, tornaram-se tão intensos que eram quase insuportáveis — era como se eu estivesse explodindo, como se estivesse ficando louco de felicidade.

A geração mais jovem, no Ocidente, tem a expressão certa para isso — eu estava “na maior glória”, “chapadão”.

Era impossível extrair algum sentido daquilo, o que estava acontecendo.
Era um mundo de contra-sensos — difícil de decifrar, difícil de colocar em categorias; um mundo onde era difícil usar as palavras, a linguagem, as explicações. Todas as escrituras davam a impressão de estar mortas e todas as palavras que foram usadas para descrever essa experiência pareciam muito pálidas, anémicas.
Estava tudo tão vivo.
Como uma gigantesca onda de bem-aventurança.

O dia inteiro foi estranho, atordoante, e essa experiência foi arrasadora.
O passado estava desaparecendo como se nunca me tivesse pertencido, como se eu tivesse lido sobre ele em algum lugar. Como se eu tivesse sonhado com o passado, como se eu tivesse ouvido a história de outra pessoa.

Eu estava me libertando do meu passado, me extirpando da minha história.
Perdendo a minha biografia.
Estava me tornando um não-ser, o que Buda chama de anatta. A
s fronteiras estavam desaparecendo, as distinções desapareciam.

A mente desaparecia; estava a milhões de quilómetros de distância.
Era difícil agarrá-la; ela corria cada vez para mais longe e não havia o impulso de mantê-la próxima. Eu estava simplesmente indiferente em relação a todas as coisas.

Tudo bem.
Não havia vontade de continuar ligado ao passado.

À noite, tornou-se muito difícil suportá-la — machucava, era doloroso.
Como quando a mulher entra nas dores de parto, quando a criança está para nascer e a mulher sofre dores terríveis — a agonia do nascimento.

Nesses sete dias, eu ia dormir perto da meia-noite ou uma da madrugada, mas nesse último dia foi impossível permanecer acordado. Meus olhos se fechavam, era difícil mantê-los abertos. Alguma coisa era iminente; alguma coisa estava para acontecer.
Difícil dizer o que era – talvez fosse a minha morte -, mas não havia medo.
Eu estava pronto para ela.

Esses sete dias foram tão belos que eu estava pronto para morrer; nada mais era necessário. Eles tinham sido tão extraordinariamente felizes, eu estava tão satisfeito que, se a morte viesse, seria bem-vinda.

Mas alguma coisa estava para acontecer — algo como a morte, algo muito drástico, algo que viria a ser ou uma morte ou um novo nascimento, ou uma crucificação ou uma ressurreição — algo de um extraordinário significado estava chegando muito perto.
Mas era impossível manter os olhos abertos; eu estava como que drogado.

Fui dormir perto das oito horas.
Mas esse não foi um sono comum.

Agora posso entender a que Patanjali se referia quando disse que o sono e o samadhi eram semelhantes. Com apenas uma diferença — no samadhi você está plenamente desperto e também adormecido — adormecido e desperto ao mesmo tempo.

O corpo inteiro relaxado, cada célula do corpo totalmente relaxada, todas as funções relaxadas e, contudo, uma chama de percepção consciente queima dentro de vocês clara, sem fumaça.
Vocês continuam alertas, embora relaxados; soltos, mas plenamente despertos.
O corpo está no sono mais profundo possível e a consciência está no cume.
O cume da consciência e o vale do corpo se encontram.
Fui dormir.

Aquele foi um sono muito estranho.
O corpo estava adormecido, eu estava desperto.

Foi tão estranho — como se eu tivesse sido separado em duas direcções, em duas dimensões; como se a polaridade entrasse completamente no foco, como se estivessem juntas ambas as polaridades... o encontro do positivo e do negativo, o encontro do sono e da percepção consciente, o encontro da morte e da vida.

Esse era o momento em que se pode dizer que o criador e a criação se encontraram.
Foi sobrenatural.

Pela primeira vez, vocês são abalados até as raízes, sacudidos até os alicerces.
Vocês nunca mais serão os mesmos depois de uma experiência como essa;
ela traz uma nova compreensão para as suas vidas, traz uma nova qualidade.

Osho

– Autobiografia de um Místico Espiritualmente Incorrecto –
Ed. Cultrix

http://stelalecocq.blogspot.com

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Transmutação...


A RELAÇÃO DIVINA
Mestre: Ophelius - Recebido por Chris.
Michigan, Estados Unidos, 22 de Janeiro de 2012 

Mestre Ophelius: “Hoje nós gostaríamos de discutir a relação entre o Espírito Divino e a alma. O Espírito Divino, conhecido por muitos nomes: O Eu Superior, o Espírito Interno, a Super-Alma, o Ka, o Fragmento Divino, o Ajustador do Pensamento e muitos outros, busca expressão nas vidas de seus hospedeiros (os seres humanos) e é através deste canal que a alma de um indivíduo progride. O que é a alma? A alma é este acúmulo de valores e de experiências que têm a ver com a identidade do indivíduo que sobrevive à vida na carne e continua para níveis mais elevados para alcançar a perfeição, através do processo da ascensão. Somente aqueles valores e experiências que se originaram do Espírito Interno e que encontraram um canal de expressão no indivíduo, através da descoberta da verdade, da beleza e da bondade, sobrevive e se torna a verdadeira essência, identidade e personalidade da alma em ascensão, o verdadeiro “você”.

“Ao longo de sua vida, e principalmente inconsciente por vocês, o Espírito Interno prepara a sua mente para estas valiosas experiências de sobrevivência, em preparação para a próxima fase de sua ascensão. Há um equilíbrio muito delicado entre o que o Espírito Interno pode inspirar o indivíduo a realizar e o que a vontade do indivíduo permitirá. Se o “estudante” estiver disposto a aceitar os valores da verdade, da beleza e da bondade, o Espírito Interno tem um canal mais amplo no qual trabalhar.

“É um processo longo e algumas vezes difícil para a divindade se comunicar com a natureza electroquímica animal dos seres humanos, que estão apenas começando na jornada da imperfeição para a perfeição. A Divindade tem que competir com todas as distracções da vida planetária e encontrar uma maneira de “espiritualizar” a mente em preparação para a sua próxima vida nos mundos das mansões, nos mundos de treinamento da ascensão humana. Através deste processo de espiritualizar a mente, o Espírito Interno planta as sementes ao longo da jornada que germinarão e se desenvolverão em uma consciência da Divindade, operando na vida deste indivíduo. Uma vez que esta conexão seja feita, o canal para a expressão divina se abre e a alma realmente progride, desenvolve-se e começa a buscar a perfeição.

“Uma vez que o desejo pela perfeição se inicie, a alma (a parte individualizada) busca união com o Todo. É na realização deste desejo de ser semelhante à Deus que o indivíduo “nasce novamente do Espírito”. A parceria de Deus e o homem foi consumada e a eterna aventura se inicia. Meus amigos, esta nova consciência da presença de Deus em sua vida, é monumental, e vocês têm realmente pouca compreensão do que significa ter a vida eterna, e se tornar semelhante à Deus, através de experiências incessantes e surpreendentes, enquanto vocês viajam interiormente e para frente, para o Paraíso! Como vocês são realmente abençoados de estarem cientes da relação divina! Fiquem com esta mensagem agora em silêncio e contemplem o que ela significa para vocês.

“Que a Paz esteja com vocês.

“O Círculo dos Sete.”

Grupo de Progresso 11:11.

“A doação do ser, a iluminação da verdade e o alívio do sofrimento são os caminhos mais nobres para a consciência mais elevada .” – Mestre Ophelius, 2009
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http://1111prompt.blogspot.com

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
http://www.luzdegaia.net