ELOHIM- Mágico como as borboletas
Somos
a positividade que pulsa em vosso coração quando
vocês escolhem ir
pelo bom caminho. E o bom caminho é a
felicidade.
Nós
viemos professar o Bem. Enquanto muitos falam de guerra, nós falamos
de paz. Enquanto muitos falam de violência, nós escolhemos falar de
amor e respeito. Enquanto muitos protestam, nós escolhemos a
gratidão. Enquanto muitos lamentam, escolhemos apreciar e contar a
história do bem vivido e do Bem desejado.
Enquanto
muitos se debatem em si mesmos, nós escolhos encontrar quem somos em
nós e desfrutar de nossa presença, que quando assumida em
integridade, cura as emoções. Enquanto muitos se desesperam,
escolhemos nos acalmar, pois tudo está Bem. Enquanto uns choram,
escolhemos sorrir, porque o sorriso é mais assertivo do que o choro,
no tocante à transformação de vida. Não que não haverá choro,
sim, sabemos que faz parte e muitas vezes é por ele que se aliviam.
Mesmo assim, se é pra escolher, ficamos com os sorrisos. Eles são
levemente positivos, convidativos, agradáveis.
Enquanto
uns temem, abraçamos a confiança e dela não arredamos o pé.
Porque aqueles que se alicerçam em confiança, de provisão são
revestidos e pelas bênçãos são alcançados. Mesmo que pareça não
haver saídas, portas se abrem, janelas são feitas. Porque a
confiança cria o que parece impossível, visto que ela é a perfeita
abertura ao Bem que flui em tudo. É como se dissesse a ele —
Venha, eu permito que você se manifeste através de mim com sua
essência.
A
confiança é a entrega de vossas emoções e pensamentos ao Bem. É
alicerçar-se nele, incondicionalmente.
Sim,
nós somos as Emanações pulsantes que criam as boas coisas. E vos
assistimos em sua jornada terrena neste instante. Vemos cada coisa
que acontece em toda parte, porque podemos nos conectar a tudo pelo
fio energético-emocional dos Seres que habitam o Universo. Viajamos
para onde queremos e nos fazemos presentes onde for necessário.
Porque nossa natureza é como o sopro do vento, vem e vai tão
rapidamente que nem se percebe de onde ele veio e nem para onde ele
vai.
Nossa
presença pode ser avassaladora como a forte chuva que cai na
tempestade, assim como pode ser delicada como uma borboleta que
sobrevoa vossos corpos, e que muitas vezes nem é percebida. A menos,
claro, que se façam perceptíveis ao que vos cerca, em positividade.
Pois a borboleta só é notada quando estão nesta conexão. Do
contrário, ela é como uma folha seca que o vento empurrou, não a
percebem. Porque quando estão de mal com a vida se desconectam da
magia dela. E o que é uma borboleta aos vossos olhos senão a pura
magia da vida?
Gostamos
quando ele (Vinícius) suspira enquanto nos permite “falar”
convosco. Apreciamos seus pulmões dilatarem, receberem o ar e depois
expeli-lo como uma emoção de alívio. O ar sai facilmente, da mesma
forma que entra. É leve e o mantém vivo. A coisa mais importante da
vida humana é a mais fácil de ser realizada. É tão simples, que
mal percebem. Respiram o tempo todo e nem sempre estão conscientes
do ar que entra e do ar que sai. Sabem o quão importante é respirar
quando ficam meros dez segundos sem inspirar o oxigênio.
E
de semelhante maneira, reconhecem a importância do bem quando estão
desconectados dele. Às vezes achamos isso interessante. É como
parar de respirar um pouco. Se alguém considera sua vida um
tormento, experimente parar de respirar e saberá que ficar sem ar
pode ser bem mais desagradável. Da mesma forma, os maus estados
existem para que sintam em vossos corpos como é ruim se afastar
intencionalmente do fluxo. E sempre que se sentem mal, querem
desesperadamente voltar para o Bem. É como cessar a respiração por
alguns instantes.
Vossas
emoções não resistem tanto tempo fora do fluxo. Por isso dói
resistir a ele. Resistir ao fluxo vos machuca. Mas achamos essa
experiência interessante e positiva de certo modo. Pois se machuca,
chama a vossa atenção. E se ficam atentos quando sentem dor, podem
através dela perceber a desconexão. Onde foi que ela ocorreu? Em
que pensaram? Onde começou o desalinhamento? E se percebem isso
podem tomar o caminho de volta. Podem voltar a “respirar”. E
quando o fazem, o bem parece ainda mais gostoso e prazeroso de se
sentir.
Querem
saber o quanto um pedaço de pão ou um simples arroz com feijão
pode ser incrivelmente saboroso? Fiquem sem comer por um dia somente.
Nada mais. E desejarão com tudo o que são comer um pedaço de pão
ou devorar um prato de arroz com feijão. Vinícius sentiu vontade de
comê-los enquanto digitava isso. E olha que seu corpo estava
saciado! Mas isso se deu porque ele contemplou o que dissemos com os
olhos da apreciação e não da fome.
Por
isso, perguntamos: Você olham para o Bem da vida com os olhos da
apreciação ou da falta do Bem que observam? O que vos motiva a
sonhar com algo? A apreciação dele ou a falta que ele faz? Não
precisam enxergar pelo prisma da falta os que escolhem observar a
vida pela apreciação. Quem escolhe assim, atrai o bem que
deseja.
Quem
espera vir a falta para então considerar o bem da presença de algo
bom ainda não aprendeu a deliberar seu foco. Logo, a vida o
estimulará até que pela vivência e experiência cotidiana ele
acerte o seu ponto de atração com o Bem. Mas não pela necessidade
e sim, pela escolha livre e espontânea.
É
aí que tudo ganha a verdadeira cor. É aí que a coisa muda de
figura. Porque quando vocês escolhem ser Seres focados no Bem por
livre escolha, acertaram no jogo da vida. Se tornam como nós.
Caminham conosco nas trilhas do alinhamento. E dizemos a estes —
Seremos a vossa inspiração a vos direcionar o olhar a tudo o que
vos inspira ao “mais”. Seremos a voz interior que vos orienta
como um GPS dizendo: Virem à direita. Virem à esquerda ou sigam em
frente. Ou mesmo, parem retornem, pois entraram numa fria.
A
estes guiaremos, porque escolhem conosco andar. Já os que optam por
focar na visão de vida distorcida e desagradável, bom, nós os
deixaremos com suas manifestações cheias de dissabor, sem açúcar
e sem sal. Porque sabemos que as tais são como “parar de
respirar”. E vivenciando-as, eles exclamarão: Eu quero
“respirar”! — E aí, diremos a eles: Então
“respirem”! Apenas deixe o ar entrar e depois sair suavemente e
se sentirão melhores.
Assim
é com o Bem. Apenas inspirem-no, deixem-no entrar. E em seguida,
expirem-no, exalem-no ao mundo. E repitam isso
ininterruptamente. Parece desafiador, mas é como respirar, tão
logo será automático e quando se tocarem serão seres tomados pelo
Bem de forma intencional e não mais emanarão o que não procede
dele. E aí, tudo será diferente.
Se
a maior parte de inspiração e expiração vibratória for em
alinhamento intencional com o Bem, então, será uma questão de
tempo a vossa vida se tornar tão mágica quanto as borboletas que
sobrevoam aqueles que perceptivos ao Bem estão. A vida não é pura
magia? Sim, ela é. Sabemos que sim. E gostamos imensamente de saber
e viver isso.
Haja
luz!
ELOHIM
Canalizado
por Vinícius Francis :-)
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