
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
A CHAVE de OURO

- 1 –
“Deixa de
pensar na dificuldade, qualquer que seja ela, e pensa apenas em Deus”.
A oração
científica irá te possibilitar, mais cedo ou mais tarde, escapares de toda e
qualquer dificuldade imaginável. Trata-se da Chave de Ouro para a
harmonia e a felicidade.
Para aqueles
que não têm conhecimento do maior de todos os poderes existentes, pode
esta assertiva parecer precipitada, mas não é preciso muito para provar, sem a
menor sombra de dúvida, a sua justeza. Não é preciso que aceites a palavra de
quem quer que seja e não deves mesmo fazê-lo. Experimenta, apenas, e constata.
Deus é
onipotente e o homem é sua imagem e semelhança e domina todas as coisas. Esse é
o inspirado ensinamento e cumpre-nos tomá-lo ao pé da letra. Por homem se
entende todos os homens, de modo que a capacidade de apelar para esse poder não
é apanágio do místico ou do santo, como amiúde se pensa, e nem mesmo daquele
que foi suficientemente adestrado para isso. Quem quer que sejas, onde quer que
estejas, tua é agora a Chave Áurea para a harmonia. Isto porque na Oração
Científica é Deus quem opera, e não tu, de maneira que as tuas limitações e
fraquezas específicas pouco importam no processo. És apenas o canal através do
qual atua a ação divina, e teu tratamento consistirá, na verdade, de te
manteres fora do caminho. Os principiantes de hábito conseguem resultados
espantosos logo às primeiras tentativas, pois o essencial e imprescindível é
ter a mente aberta e fé suficiente para efetuar a prova. Tirante esse aspecto,
poderás ter ou não convicções religiosas.
Quanto ao
método de ação propriamente dito, como todas as coisas fundamentais, é ele a
simplicidade. Tudo o que tens a fazer é: deixa de pensar na dificuldade,
qualquer que seja ela, e pensa apenas em Deus. A regra se resume nisto, e se
assim fizeres, a dificuldade desaparecerá. Pouco importa o tipo de dificuldade
em que estejas. Pode ser uma coisa grave ou coisa ligeira; talvez seja um
assunto de saúde, finança, jurídico, briga, acidente, ou qualquer outra coisa,
Mas, seja o que for, deixa simplesmente de pensar nele e pensa, ao contrário,
em Deus – é tudo quanto tens a fazer.
Nada poderá ser
mais simples. Nem Deus poderia ter simplificado mais a coisa; contudo, é um
método que nunca falha, quando se lhe dá uma real oportunidade.
Não procures
formar uma imagem de Deus, coisa que, evidentemente é impossível. Procura
recapitular tudo quanto sabes acerca de Deus. Deus é Sabedoria, Verdade, Amor
inconcebível. Deus está presente em toda parte; tem poder infinito, sabe tudo,
e assim por diante. Pouco importa a compreensão que tenhas destas coisas;
repete-as sem cessar.
Mas é preciso
que deixes de pensar na dificuldade, qualquer que seja ela. A regra é pensar em
Deus, e quando pensamos em dificuldades não estamos pensando em Deus. Estar
sempre a olhar por sobre os ombros, por assim dizer, a fim de constatar a
progressão das coisas, é fatal: isto seria pensar na dificuldade, e
é preciso pensar em Deus, apenas em Deus. O objetivo é varrer da consciência o
pensamento da dificuldade, ao menos por alguns momentos, substituindo-o pelo
pensamento de Deus. Aí está o ponto nevrálgico de toda a coisa. Se conseguires
te absorver nesta consideração do mundo espiritual a tal ponto que chegues de
fato a esquecer por algum tempo a dificuldade em razão da qual começaste a
orar, verificarás que a tua dificuldade terá comodamente desaparecido – que a
tua demonstração se terá consumado.
- 2-
.
“Deixa de
pensar na dificuldade, qualquer que seja ela, e pensa apenas em Deus”.
.
Nada poderá ser
mais simples. Nem Deus poderia ter simplificado mais a coisa; contudo, é um
método que nunca falha, quando se lhe dá uma real oportunidade.
Não procures
formar uma imagem de Deus, coisa que, evidentemente é impossível. Procura
recapitular tudo quanto sabes acerca de Deus. Deus é Sabedoria, Verdade, Amor
inconcebível. Deus está presente em toda parte; tem poder infinito, sabe tudo,
e assim por diante. Pouco importa a compreensão que tenhas destas coisas;
repete-as sem cessar.
Mas é preciso
que deixes de pensar na dificuldade, qualquer que seja ela. A regra é pensar
em Deus, e quando pensamos em dificuldades não estamos pensando em Deus.
Estar sempre a olhar por sobre os ombros, por assim dizer, a fim de constatar a
progressão das coisas, é fatal: isto seria pensar na dificuldade,
e é preciso pensar em Deus, apenas em Deus. O objetivo é varrer da
consciência o pensamento da dificuldade, ao menos por alguns momentos,
substituindo-o pelo pensamento de Deus. Aí está o ponto nevrálgico de toda a
coisa. Se conseguires te absorver nesta consideração do mundo espiritual a tal
ponto que chegues de fato a esquecer por algum tempo a dificuldade em razão da
qual começaste a orar, verificarás que a tua dificuldade terá comodamente
desaparecido – que a tua demonstração se terá consumado.
- 3-
Deixa de pensar na dificuldade, qualquer que
seja ela, e pensa apenas em Deus
A fim de
aplicar a Chave Áurea a uma pessoa ou situação incômoda, pensa: Vou agora
aplicar a Chave Áurea a João, Maria ou a este perigo que se apresenta. A
seguir, trata de desviar por completo o pensamento de João ou Maria ou do
perigo surgido, substituindo-o pelo pensamento de Deus.
Assim agindo
com relação a uma pessoa, não estarás tentando influenciar a sua conduta de
alguma forma, a não ser na medida em que estarás impedindo tal pessoa de te
magoar ou te ferir, e o resultado somente poderá ser benéfico a essa mesma
pessoa. Dali por diante, é certo que o indivíduo em tela se tornará melhor,
mais sensato e mais espiritualizado apenas porque lhe foi aplicada a Chave
Áurea. Uma questão judicial pendente se resolveria sem qualquer crise,
sendo feita justiça e ficando as partes amplamente satisfeitas.
Se verificares
que és capaz de fazê-lo muito rapidamente, poderás repetir a operação diversas
vezes por dia. A cada vez, contudo, assegura-te de deixar de lado todo e
qualquer pensamento do problema até a vez seguinte. Isto é muito importante.
Dissemos que a Chave
Áurea é simples, e assim é, mas, claro está, nem sempre ela é fácil de
acionar. Se estiveres muito amedrontado ou preocupado, a princípio poderá ser
difícil desviar os pensamentos das coisas materiais. Mas através de constante
repetição de alguma Verdade Absoluta do teu agrado, por exemplo: Deus é o
poder único; sou filho de Deus; vivo na paz de Deus; Deus é amor, Deus é o meu
guia, ou, quem sabe, apenas Deus está comigo - por mais mecânica que
tal repetição possa parecer a princípio – breve verificarás que o tratamento
terá começado a funcionar e que a tua mente estará desanuviada. Não forces
demais; aja com discrição e insistência. Cada vez que a tua atenção se desviar,
focaliza-a de novo em Deus.
Não tentes
nunca prever qual será a solução para a tua dificuldade. Tecnicamente, dá-se o
nome de bosquejo a esse procedimento, o qual só fará retardar a tua
demonstração. Deixa para Deus a questão de meios e modos. O que desejas é te
livrares da dificuldade – isto basta. Faz a tua metade, e Deus fará a Sua.
“Todo aquele
que chamar o nome do Senhor será salvo”.
F I M
http://fachodeluz.blog.br/wp/?cat=48
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
...e, conscientizando, uma e outra vez...ESPERE EM QUIETUDE. O segredo da cura é CRISTO-REALIZAÇÃO
Sabe por que a demonstração da
Verdade aprendida em O Caminho Infinito é tão reduzida? E sabe por que
os tratamentos e preces alcançam a tão poucos? Primeiro, porque na meditação é
declarado conscientemente a Verdade sobre Deus, é conscientizada a natureza de
toda forma de ilusão como isenta de substância, poder ou lei de
sustentação, mas SE ESQUECE DE AGUARDAR, EM QUIETUDE, a certeza
interna de que Deus é o único Poder, única Lei, único Ser!
Ao encarar um problema, esquive-se
dele mentalmente e, de modo algum permita sua entrada em sua consciência.
Declare ou pense em alguma Verdade sobre Deus, Seu Universo, Sua Presença e seu
Poder. DEIXE QUE O PENSAMENTO SOBRE DEUS SE DESENVOLVA EM SEU ÍNTIMO! Declare
ou pense tudo que você já sabe sobre a natureza do erro — pecado,
doença, carência, morte. DECLARE QUE TUDO NÃO PASSA DE FORMAS DO MUNDO DA
CRENÇA — consciência coletiva da humanidade, pensamento mesmérico
criador de “nadas”. Em seguida, ESPERE! Espere quietamente,
silenciosamente, numa atitude de expectativa. Ouça a Voz interna, o “click”,
a libertação.
Pratique isso várias vezes por
dia. Aproveite todas as oportunidades, tanto com os seus problemas como com os
de outrem. Lembre-se: a busca não visa a um crescimento material, mas a
realização do Cristo. Somos instrumentos pelos quais o Impulso espiritual
destrói o conceito mortal para revelar o homem real, cujo ser “está em
Cristo”.
O segredo da cura está nesta
expressão: CRISTO-REALIZAÇÃO.
Sente-se ou deite-se
confortavelmente, relaxe o corpo, a mente, e sinta-se livre. Este estado
receptivo exclui qualquer esforço mental. Você não estará procurando Deus;
antes, estará simplesmente RECEBENDO O CRISTO, de modo relaxado,
sossegado e pacífico; estará “sentindo” aquela Presença. E, nesse estado de
receptividade, unicamente existe consciência, serenidade, pureza e paz. Não se
prenda a nenhum desejo, motivo ou pensamento do ego — considere apenas ideias
de pureza; pureza e objetivo espiritual; de pura alegria.
Conserve-se em paz, e a Palavra
lhe virá: “Eis que estou convosco até o fim do mundo”…”Eu nunca o deixarei
nem o abandonarei” — Eu Sou Você!
*
http://fachodeluz.blog.br/wp/?cat=11
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
...e,... reflexão sobre o artigo precedente

COMENTÁRIOS
SOBRE
O
ARTIGO
"PARA OBTER A CURA: PONHA SEU PESO NO PRATO
CERTO"
Dárcio
.
Atualmente,
o maior impedimento para a cura, no movimento da Ciência Cristã, talvez esteja
na tentativa de misturar o tratamento pela Ciência Cristã com remédios
materiais. Tal procedimento simplesmente não funciona! O tratamento pela
Ciência Cristã afirma que o homem é espiritual. Quando alguém inverte seu curso
e procura ao mesmo tempo remédios materiais ou busca diagnóstico médico, está
realmente declarando: “Sou material”.Um método anula os efeitos do outro na
balança da confiança mental, e a cura fica bloqueada até que a frivolidade de
misturar os métodos seja compreendida e abandonada. Alguém pode até atrasar sua
cura sem que, de fato, chegue a consultar um médico ou tomar remédios. Se,
enquanto alguém recebe tratamento pela Ciência Cristã, mantiver no fundo da
consciência a ideia de que, não sendo curado espiritualmente, ainda poderá
recorrer à medicina, isto já é suficiente para impedir a cura. Enquanto sua
confiança e esperança estiverem divididas entre Deus e a matéria, tal divisão
impedirá a pessoa de ter confiança radical no Espírito suficiente para fazer
pender a balança para o lado certo. Assim, a fim de efetuar a cura espiritual
num caso desses, é preciso negar diretamente a pretensão de que o homem possa
ser doutrinado com crenças materiais. Falando cientificamente, a falsa educação
que um paciente parece manter em pensamento faz tão pouca parte dele como a
doença; e somente necessita ser corajosamente enfrentada e curada.
- 3
-
O
que está neste trecho já não corresponde ao que eu próprio pude
constatar, em minha experiência. Vi muita gente ser curada
espiritualmente, mesmo sendo tratada juntamente pela medicina. Como já vi
também o contrário: a cura não acontecer, mesmo estando a pessoa sem empregar
remédios materiais. A Seicho-no-Ie já publicou diversos relatos de cura nesse
sentido, provando que a cura espiritual não é barrada por nada deste mundo.
Jesus Cristo não teria perguntado a quem o procurasse se estaria ou não usando
remédios! Respeito quem prefere adotar este radicalismo, mas não é a minha
forma de ver este estudo, como um concorrente da medicina. Quem
enxerga um paciente material é que está em erro, esteja ele fazendo uso ou não
da medicina. Quando praticamos os princípios espirituais, deixamos de
considerar a "aparência humana" para contemplar unicamente a
presença de Deus como aquele indivíduo! Portanto, afirmar que o paciente
"mistura tratamento pela Ciência Cristã com remédios materiais" é
erro: significa vê-lo com a "trave em nossos olhos": isto nunca
poderia ser verdadeiro aos olhos de Deus! Portanto, volto a dizer: enxergar
este paciente humanamente, pelas aparências, seria o erro, a
não prática da Verdade. Se fôssemos avaliar assim, também não poderia
ingerir alimentos materiais! Seria igualmente dizer que tiraria sua
confiança na metafísica! Não, não tem nada a ver! E é desta forma que eu vejo o
assunto.
Há
ainda um outro aspecto, ligado à questão: se a pessoa diz sentir-se aliviada,
recebendo tratamentos da medicina, muito mais tranquila ficará para
internamente receber a ação da Verdade curativa. Fazer uso dos remédios não
significa, jamais, como expõe aqui a autora, afirmar "Sou
material". Significa, sim, usar a crença a favor da cura;
significa usar o que há de disponível e certo, dentro da própria crença, para
anular seus efeitos negativos. E assim, ao mesmo tempo,
contemplaríamos Deus sendo a Verdade única concernente ao suposto
"paciente".
O
que há de correto, neste trecho, no meu entender, é que não pode haver
desconfiança quanto à cura; entretanto, é evidente que a pessoa que se sente
tratada de toda forma disponível irá demonstrar maior confiança em ficar
restabelecida, mais do que alguma outra que, por ler este artigo, ficasse
cegamente confiando apenas no tratamento metafísico, por ter sido coagida a
agir dessa maneira. Como já disse, não adianta alguém me dizer que" um
método anula o outro", porque em décadas nesta área, seguidamente vi
dar certo a mistura, assim como também vi dar certo dispensar a medicina por
parte daqueles que se sentiram por si mesmos inspirados, encorajados e
confiantes o bastante fazê-lo.
Este
radicalismo da autora pressupõe que, por contar também com ajuda humana, a
receptividade à cura espiritual diminui, por se colocar "peso no prato
errado"; talvez isto realmente até possa ocorrer, da parte do
paciente; mas cabe ao praticista ver unicamente o Cristo no lugar do paciente;
e, no caso de ser a própria pessoa o seu praticista, caberá unicamente a ela
tomar esta decisão quanto a misturar ou não as duas metodologias.
A
questão não se restringe a somente estes pontos, pois o assunto é bem amplo; eu
gostaria de estar perto da autora e a visse, diante de alguém sendo atropelado
na rua, se ela se veria preparada, naquele momento imprevisto, para
dispensar a vinda de socorro humano. Lembro-me de ter lido, certa vez, a
própria Mary Baker Eddy dizer que, quando encontrada pelas ruas, lhe
pediam que fizesse as curas; e então, ela respondia que não era daquela
forma. Há a necessidade de uma interiorização, preparo interior e disposição
exemplares! Portanto, deixo aqui estes comentários neste sentido: não há
bloqueio algum à cura espiritual, apenas por alguém misturar o tratamento
metafísico com a medicina.
…
http://fachodeluz.zip.net/arch2013-05-05_2013-05-11.html
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